Prática Pedagógica em Paulo Freire
Na visão de Paulo Freire, o homem é um ser histórico, que precisa agir sobre a natureza para garantir sua sobrevivência. Neste cenário ele compete com outros. O homem por ser um ser histórico está em constante mudança, sendo portanto, um ser inconcluso, que vive em constante movimento de busca, encontrando neste contexto duas possibilidades, a humanização e a desumanização.
O diálogo é apontado como ponto de partida para a educação libertária, a base desse diálogo é a realidade concreta e mais a compreensão que os próprios educandos apresentam dela. É preciso escutar, pois a escuta nos colocará em contato com as falas significativas dessa população, tornará possível o desnudar as contradições existente e colocará diante do educador os tema geradores, que não visão de Freire é por onde o processo educativo se inicia. O diálogo na perspectiva freiriana é tão essencial que se não existe diálogo a ação encerra.

Em seu livro "Pedagogia do Oprimido", Paulo Freire, apresenta o homem enquanto um ser ontológico associado a questão do amor, o autor defende que Educar é um Ato de Amor.

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